sábado, 14 de julho de 2012

Bom dia


Toda vez que amanheço de porre, sem ter bebido, é prenuncio de tempestades. Os calos não doem com a mudança do tempo, mas meu coração dispara e o olfato fica mais aguçado que faro de perdigueiro. Nestas horas, não adianta ninguém me dizer que "viver é experimentar", porque o máximo que eu consigo é avaliar as avarias causadas pelos arpões


Leila Míccolis